Melhores Softwares de Gestão de Estoque para Lojas

melhor software de gestão de estoque

A gestão eficiente de estoque é crucial para o sucesso de qualquer loja, seja física ou virtual. Um bom controle de estoque previne rupturas, evita excessos e melhora a tomada de decisões sobre compras e vendas. Felizmente, existem vários softwares de gestão de estoque no Brasil, prontos para auxiliar empreendedores de diversos tamanhos.

Neste artigo, você conhecerá os melhores softwares de gestão de estoque disponíveis no mercado brasileiro. Vamos explorar as principais opções e suas funcionalidades para ajudar você a escolher o melhor para sua loja, incluindo os pontos fortes e fracos de cada um.

 

O Que é um Software de Gestão de Estoque?

Um software de gestão de estoque é uma ferramenta tecnológica que automatiza o processo de controle de produtos. Ele ajuda os lojistas a monitorar o estoque em tempo real, gerenciar entradas e saídas de mercadorias e manter um histórico detalhado de movimentações. Assim, a loja pode operar de forma eficiente, evitando problemas como falta de produtos ou excesso de mercadorias que não vendem.

Entre as funcionalidades mais buscadas em um software de gestão de estoque estão:

  • Atualização automática de inventário.
  • Relatórios detalhados sobre o desempenho dos produtos.
  • Previsão de compras e alertas de necessidade de reposição.
  • Integração com sistemas de vendas e contabilidade.
  • Facilidade de uso para toda a equipe.

 

melhor software de gestão de estoque

 

Agora, vamos conhecer algumas das melhores opções de softwares de gestão de estoque para lojas disponíveis no Brasil.

  1. ERP Tutom da CB Sistemas

O ERP Tutom, da CB Sistemas, é conhecidamente uma solução muito completa para gestão de estoque de lojas no Brasil, especialmente voltado para pequenas e médias empresas. Mais do que um simples software de controle de estoque, o Tutom é um ERP completo que integra vendas, compras, finanças e outras operações de loja em uma plataforma unificada.

Principais Funcionalidades:

  • Gestão de estoque em tempo real, com atualização automática sempre que um produto é vendido ou comprado.
  • Integração total com o módulo de vendas, permitindo visualizar o estoque disponível diretamente na hora de fechar uma venda.
  • Relatórios de performance que ajudam a identificar quais produtos estão vendendo mais e quais precisam ser repostos.
  • Gestão de múltiplos armazéns e lojas, facilitando o controle de estoque para quem tem mais de um ponto de venda.
  • Alertas automáticos de baixo estoque para evitar rupturas.
  • Interface intuitiva, com suporte técnico especializado para auxiliar na implementação e no uso diário.

Pontos Fortes:

  • Controle em tempo real: O ERP Tutom permite que a gestão de estoque seja feita de forma dinâmica, com atualização constante.
  • Integração completa: Com todos os módulos de ERP interligados, fica mais fácil centralizar operações como vendas e finanças.
  • Suporte técnico especializado: A CB Sistemas oferece um suporte eficiente e experiente, auxiliando a empresa durante a implementação e no uso contínuo, com grande expertise no varejo.

Pontos Fracos:

  • Foco em PMEs: Embora seja ideal para pequenas e médias empresas, o Tutom pode não atender as necessidades de empresas de grande porte.
  • Marca ainda não tão conhecida: está ganhando espaço no mercado, mas algumas empresas podem preferir soluções de grife.

 

  1. Bling

O Bling é uma ferramenta de gestão popular entre pequenos lojistas no Brasil. Além de facilitar a gestão de estoque, o Bling é um sistema que engloba vários outros módulos, como emissão de notas fiscais, controle financeiro.

Funcionalidades:

  • Controle de estoque, com baixa automática de produtos.
  • Emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e) integrada ao estoque.
  • Relatórios customizáveis que permitem acompanhar as movimentações de produtos.

Pontos Fortes:

  • Integração com marketplaces: O Bling é especialmente útil para quem vende em plataformas online.
  • Preço competitivo: Oferece uma boa relação custo-benefício, com planos acessíveis para pequenas empresas.

Pontos Fracos:

  • Complexidade em funções avançadas: Para usuários iniciantes, a curva de aprendizado pode ser íngreme, especialmente nas funcionalidades mais avançadas.
  • Suporte técnico: Alguns usuários relatam demora no atendimento, principalmente em questões mais técnicas.
  • Limitação para grandes empresas: Não é a melhor escolha para operações logísticas maiores ou empresas com grande volume de produtos.

 

  1. Totvs

A Totvs é uma gigante no mercado de tecnologia de gestão empresarial e oferece soluções voltadas para grandes e médias empresas. O sistema de gestão de estoque da Totvs é parte de uma plataforma ERP mais ampla.

Funcionalidades:

  • Controle de estoque, com rastreamento de lotes e data de validade.
  • Integração com sistemas de vendas e compras, garantindo um fluxo contínuo de dados.
  • Gestão de logística e otimização de reposição de produtos.
  • Relatórios detalhados, com foco em performance e planejamento de demanda.

Pontos Fortes:

  • Robustez: A Totvs é ideal para grandes empresas que precisam de uma solução completa e abrangente para gerir estoques e outras áreas.
  • Funcionalidades avançadas: O sistema permite rastreamento de lotes, controle de validade e outros processos logísticos complexos.

Pontos Fracos:

  • Custo elevado: As soluções da Totvs são geralmente mais caras, o que pode ser um empecilho para pequenas e médias empresas.
  • Complexidade de uso: Por ser um sistema robusto, requer maior treinamento e adaptação, especialmente para equipes menos experientes.
  • Tempo de implementação: O processo de implementação pode ser demorado, dependendo das necessidades específicas do cliente.

 

  1. Néctar CRM

O Néctar CRM é conhecido principalmente por suas ferramentas de vendas e relacionamento com o cliente, mas também possui funcionalidades de gestão de estoque.

Funcionalidades:

  • Gestão de estoque, permitindo que os vendedores tenham boa visibilidade.
  • Controle de pedidos, com histórico de compras e vendas.
  • Relatórios personalizáveis, que ajudam a analisar o desempenho de produtos e identificar tendências de vendas.

Pontos Fortes:

  • Foco na integração com vendas: O Néctar CRM destaca-se ao permitir que a equipe de vendas acompanhe o estoque em tempo real.
  • Relatórios customizáveis: Os relatórios podem ser personalizados para analisar de forma específica o desempenho dos produtos e as tendências de venda.
  • Fácil de usar: A interface do Néctar CRM é simples e fácil de navegar, tornando a adoção por parte da equipe mais rapidamente.

Pontos Fracos:

  • Funcionalidades limitadas de estoque: Não é uma solução especializada para controle de estoque. Se você precisa de funcionalidades mais robustas para gestão de inventário, o Néctar pode não ser a melhor escolha.
  • Menor quantidade de integrações: Em comparação com ERPs maiores, o Néctar CRM oferece menos integrações com plataformas de vendas ou outros sistemas externos.

 

  1. Omie

O Omie é um sistema ERP focado em pequenas empresas que oferece, entre outros módulos, uma boa gestão de estoque. Com uma interface simples, o Omie permite que os lojistas mantenham um controle de seus produtos e gerenciem outras áreas do negócio, como finanças e emissão de notas fiscais.

Funcionalidades:

  • Controle de estoque com movimentação automática, sempre que há uma venda ou compra de produtos.
  • Integração com sistemas de vendas, facilitando a atualização do estoque.
  • Relatórios de estoque e desempenho de produtos.
  • Emissão de notas fiscais e gestão financeira, com integração direta ao módulo de estoque.

Pontos Fortes:

  • Preço acessível: Com um ótimo custo-benefício, o Omie é uma das soluções mais acessíveis do mercado, especialmente para pequenas empresas.
  • Fácil de usar: A interface é intuitiva, com uma curva de aprendizado rápida e fácil implementação.
  • Automatização: Automatiza processos importantes, como a baixa de estoque, agilizando as operações diárias.

Pontos Fracos:

  • Funcionalidades limitadas para grandes empresas: O Omie não é recomendado para negócios de maior porte com necessidades de controle de estoque e logística mais avançadas.
  • Relatórios menos detalhados: Embora ofereça relatórios básicos de estoque, as opções de customização são mais limitadas do que em plataformas maiores.

 

  1. MarketUP

O MarketUP é um software de gestão gratuito, ideal para pequenos empreendedores e lojas que estão começando.

Funcionalidades:

  • Controle de estoque em tempo real, com alertas de produtos em baixa.
  • Emissão de notas fiscais eletrônicas e controle financeiro integrado, permitindo que os lojistas mantenham as operações sob controle.
  • Relatórios de vendas e estoque, auxiliando no planejamento de reposições e evitando falta de produtos.

Pontos Fortes:

  • Gratuito: O MarketUP é uma excelente opção para pequenos negócios que não possuem orçamento para investir em um ERP pago, oferecendo funcionalidades sem custo.
  • Interface simples: Fácil de usar, mesmo para usuários sem experiência com sistemas de gestão.
  • Funcionalidades essenciais: Apesar de gratuito, oferece controle de estoque, emissão de notas fiscais e relatórios de vendas básicos, que atendem bem pequenas operações.

Pontos Fracos:

  • Suporte técnico limitado: O fato de ser um software gratuito faz com que o suporte técnico possa ser menos acessível ou mais lento, o que pode impactar a solução de problemas.
  • Funcionalidades avançadas restritas: Por ser uma plataforma gratuita, o MarketUP tem limitações em funcionalidades mais complexas, como gestão de múltiplos armazéns ou automação de processos logísticos.
  • Escalabilidade: Pode não ser a solução mais adequada para empresas em rápido crescimento, que precisam de recursos mais avançados ou maior flexibilidade.

 

Conclusão

A escolha do melhor software de gestão de estoque depende das necessidades e do porte da sua loja. Cada um dos sistemas apresentados oferece uma gama de funcionalidades que podem atender diferentes tipos de negócios, desde pequenos empreendedores até grandes empresas.

  • O ERP Tutom da CB Sistemas é uma excelente solução em sistema de gestão para pequenas e médias empresas que buscam um sistema completo e acessível, com forte integração entre módulos e suporte especializado, mas pode ser limitado para grandes corporações.
  • O Bling é perfeito para quem atua em múltiplos marketplaces e busca uma solução acessível com integração facilitada, embora possa ser complexo para iniciantes e não atenda empresas de grande porte.
  • A Totvs oferece uma solução robusta e altamente escalável, ideal para grandes empresas que precisam de funcionalidades avançadas, mas tem um custo mais elevado e pode ser complexa de implementar.
  • O Néctar CRM é ideal para empresas que buscam integrar a gestão de clientes e estoque de forma unificada, porém não possui funcionalidades tão robustas de controle de estoque quanto outras soluções mais especializadas.
  • O Omie se destaca pela facilidade de uso e integração com outros sistemas, sendo uma boa opção para pequenas empresas, mas pode ser insuficiente para grandes operações.
  • O MarketUP, sendo gratuito, é uma escolha interessante para pequenos empreendedores que estão começando, mas suas limitações de suporte e funcionalidades avançadas o tornam menos indicado para empresas que pretendem crescer rapidamente.

Independentemente do porte da sua loja ou do setor em que você atua, o uso de um sistema de gestão de estoque é essencial para garantir que seu negócio funcione de maneira eficiente, com controle rigoroso de mercadorias e otimização de recursos. Escolher a solução certa permitirá que sua empresa cresça de forma sustentável, garantindo que seus produtos estejam sempre disponíveis para atender às necessidades dos seus clientes.

 

Sistema de Gestão Empresarial ERP Tutom

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

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Nesta versão há melhorias no desempenho, assim como ajustes e correções. Tutom 2.193 T3-Server 1.107 NFC-e 1.51 NF-e 3.59 Tutom…
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Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.